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2012/11/28

CONTINUANDO...

Místicos e esotéricos continuam atentos.
Os Três Dias de Escuridão são um gargalo na Transição Planetária.
Que, para quem não sabe, é a passagem da Terra da condição de Mundo de Expiação e Provas para a de Mundo de Regeneração (segundo os espíritas), de Vale de Lágrimas (segundo os católicos) para a de, como direi, Platô da Felicidade e de Planeta Prisão-Laboratório (segundo os Conselheiros Cósmicos) para apenas Planeta Laboratório, como Planeta Decimal ou Experimental que ele já é, segundo o Livro de Urântia.
Muitos já sabem que a Terra é um ser vivo com capacidade de auto-regulação como nós, só que muuuito maior em tamanho.
Sua consciência despertou de um longo sono e ela decidiu continuar evoluindo, só que, como boa mãe, ao invés de se refazer sem se importar com a vida existente sobre ela, decidiu levar consigo tantos humanos quantos estivessem prontos para isso, tendo atingido um certo grau de evolução.
Mas - e os outros?
Bem, consideremos os seres humanos de acordo com suas próprias escolhas quanto ao grau de luz e comportamento.
Existem os Solares ou Magos Brancos, os Lunares, Bruxos ou Magos Cinzentos e os Trevosos ou Magos Negros.
Uma vez que nosso tempo é o do retorno do Cristo Universal - sobre quem ainda teremos o que dizer - e do Juízo, há um esclarecimento a fazer.
Já tivemos a visão de mundo de Bem e Mal, de Luz e Trevas e de Realidade e Ilusão.
Desse último ponto de vista, tudo não passa de um Drama Cósmico em que os atores escolheram seus papéis. 
Eu costumo dizer que somos seres perfeitos cobertos de imperfeições. Bem, essencialmente somos todos seres de luz. Entretanto, os Trevosos ou Magos Negros são aqueles que escolheram fornecer o contraste. Esse é o papel mais doído e que causa mais dor. Então, lembrando-se eles ou não, o Cristo Criador lhes oferece a opção de voltar para a luz. Os que não aceitam simplesmente estão optando pelo retorno à essência divina pelo caminho de ida, ou seja, a descriação - o mesmo que seguem aqueles que definitivamente não se sentem capazes de encarar a problemática da existência. 
Ora, reconheçamos que todos nós temos em nossa natureza uma zona de luz, outra de trevas e outra de penumbra.
Então, a diferença na classificação está mais na proporção em que predomina uma parcela mais que as outras juntas, ou seja, algo como de 66,7% para cima. Digamos que esse é o Quociente de Consciência.
Suponhamos agora que, misericordiosamente, 66,7% seja o mínimo admitido do total de consciência não-trevosa, desde que seja 33,4% solar.
Teríamos então um critério hipotético (eu não disse que é real) para imaginar como os Juízes Divinos comunicariam ao Cristo Criador quantos passariam para um mundo mais adiantado, quantos repetiriam o mesmo nível e quantos teriam que recomeçar de mais baixo, sem falar em alguns solares que escolheriam ir a mundos mais atrasados para puxar os retardatários para a frente.
Podemos até falar de alguns que estão aqui e agora justamente para fazer isso.
Então, os Três Dias de Escuridão poderiam ser uma contemporização para avaliar alguém "repescável" para uma condição melhor.
No meio tempo, enquanto a Terra estivesse se reinventando geológica e climaticamente, toda a vida seria posta em suspensão e os seres seriam redistribuídos para os mundos de destino.
Aqui, temos que um dos destinos para seres mais avançados seria Vênus. Entretanto, aquele corpo que se encontra numa órbita mais próxima do Sol não seria Vênus, mas sim uma nave estelar que projeta um holograma.
Ficção científica? Não, a realidade é mais fantástica do que até um esoterista poderia imaginar.
De acordo com os ensinamentos dados através da Ponte Para A Liberdade, a Vênus real pertenceria a um outro sistema solar, a Terra viria a ocupar a sua órbita. Existem insinuações atuais de que ela estaria sendo imperceptivelmente guindada para a sua posição.
Por outro lado, como vemos o tempo avançando sem que cheguemos aos Três Dias de Escuridão, acho bem possível que eles se superponham à passagem do dia 21 de dezembro de 2012, QUE NÃO É O DIA DO FIM DO MUNDO, MAS APENAS O FIM DE UM ANO GALÁCTICO DE UNS 26000 ANOS TERRESTRES.